Como reerguer o sexo masculino e restaurar a Família Tradicional?


Bom dia, pobretões do Bostil. Mais um dia fudido se segue, eu sei, mas não vim aqui pra falar merda no seu ouvido. Vim aqui para mostrar como reerguer o sexo masculino (e porque apesar de ter 10 anos de Real ainda assim sou a favor do Casamento Tradicional — com mulheres decentes, é claro) e que existe sim, uma solução para todos nós. Não é imediata. Levaria no mínimo umas 4 gerações. Porém não enxergo nenhum futuro promissor sem os passos que eu vou mencionar aqui. Quer ter descendentes no futuro e que eles se lasquem menos do que você hoje? Então siga a estratégia que eu vou mostrar agora. Ela é baseada em como as civilizações se formaram e vieram a ser grandes impérios. E mostra porque provavelmente estamos vivendo os últimos dias do império euroamericano sobre a terra.
Antes de tudo pense em como as civilizações atuais se formaram. Vamos pegar a Bíblia como exemplo. Adão, Eva e tal. Eles eram um único par. Estavam ferrados. Não tinham nada do que temos hoje, exceto vigor físico. Mesmo assim seus descendentes se agruparam em pequenas vilas, que depois viraram cidades (aldeias), e de acordo com as informações arqueológicas, cada uma tinha uma média de 100-150 habitantes inicialmente. Os cidadãos pagavam impostos, porém os mesmos eram utilizados basicamente para pagar o exército local, que era composto pelos homens com os melhores portes físico da região (sim caralho, eram os alfas físicos que se sacrificavam pelo bem-estar da sociedade, e eram lutas e batalhas reais).
Se a agricultura ajudasse, e se os impostos não fossem muito altos, a civilização teria progresso, é o que dizem os libertários. Porém havia um outro fator que era determinante para o sucesso ou fracasso destas: A CULTURA PATRIARCAL. Isso mesmo. Perceba que praticamente não existiram sociedades matriarcais na história, e grande maioria das que existiram não resistiram. E isto tudo ocorreu por fatores e motivos óbvios para todo realista. Porém como eu tenho certeza que algum chimpa bostileiro vai visitar o meu blog e ficar de mimimi nos comentários, vou por agora uma série de links de blogs com artigos Master of Obvious.
O fato é que nós homens somos territorialistas e possessivos (não dividimos nossa mulher com ninguém), preferimos mulheres não rodadas (que são melhores esposas), queremos sexo todo dia, entre outras coisas. O casamento tradicional foi a maior invenção masculina que por muito tempo permitiu aos betas procriarem e passarem seus genes adiante. Antigamente não tinha essa de namoro. O cara que quisesse fuder ou ia pro puteiro (raro e com mulheres bem feias, conforme nosso mito BúfaloMan) ou casava. Todo cara que já namorou sabe que no início do relacionamento o sexo é intenso e tem todo dia. Você acha que antigamente era diferente? A  diferença é que antigamente não tinha anticoncepcional e por isso as mulheres engravidavam logo (e cedo), mas o beta ainda tinha alguns meses de diversão. E depois do resguardo o ciclo recomeçava. Essa euforia toda dura pelo menos uns dois anos, o que é suficiente para o beta ter gerado ao menos um filho (isto se ele não tiver a sorte de ter gêmeos) e estar ao caminho do próximo. Isto obviamente deixava o beta mais envolvido e apegadinho com a mulher. Mas também fazia com que a mulher dependesse mais do homem, pois criar filhos antigamente era muito mais trabalhoso do que hoje. Aí que vem a segunda parte da equação patriarcal.
A família não era mononuclear como ocorre hoje. Quando você casava, você fazia aliança não só com a mulher, mas com a família toda, ou seja, pais, tios e avôs da mesma. Isso incluía, por exemplo, se tornar parceiro comercial (fornecedor preferencial da família), de acordo com os tipos de negócios envolvidos. E exatamente por este mesmo motivo é que eram as famílias arranjavam os casamentos. Mais importante do que a beleza do seu parceiro, eram analisados a religião, modo de vida, comportamento e acima de tudo, os potencias benefícios resultantes desta união. O divórcio, por exemplo, em muitos casos era proibido, ou existia uma severa multa, o famoso dote. Não existiam leis misândricas do jeito que existem hoje. E é exatamente por esses motivos listados acima e por não poder procriar que uma união homossexual NUNCA poderá se igualar ao casamento tradicional.
Naqueles tempos, não existiam as facilidades (e nem os custos) que existem hoje. Leite era leite de peito, seja da mãe, ou se você tivesse escravas, uma ama de leite (babá que amamenta). Fraldas? Somente de pano, que eram lavadas diariamente (à mão, nada de máquinas de lavar como hoje em dia). Médico? Somente em caso de cirurgia, e neste caso eram altas a chance de morte na operação. As pessoas se viravam com os remédios do conhecimento popular. Creche? O máximo que existia era as vizinhas se reunindo para lavar a roupa no rio, e algumas ficavam encarregadas de vigiá-las para que nenhuma se afogasse ou algo do tipo. Os meninos desde seus 6-7 anos ajudavam os pais no negócio da família. Não existia CLT e as pessoas se viravam muito bem sem ela. As meninas ajudavam as mães a arrumar a casa, lavar a louça e outras coisas femininas. É incrível que com a tecnologia atual, com a enorme economia de tempo que a tecnologia proporcionou, as famílias atuais ao invés de aproveitar esse tempo extra e ganhar mais dinheiro começaram a brigar e se separar por causa de picuinhas (sempre relacionadas à vadiagem feminina — EAA’s e coisas do tipo).
É preciso urgentemente recuperar o modelo antigo. Como fazer isso?
Antes de tudo, a primeira coisa necessária para se estabelecer qualquer iniciativa nesse sentido, obviamente será necessária uma boa dose de dinheiro. Não precisa acumular o milhão que nem o pobretão, porém 100 mil reais são altamente aconselháveis para qualquer pobretão que quiser mudar a sua realidade no futuro. Antes de eu te ensinar como conseguir os 100 mil, você deve ser capaz de economizar no mínimo 10k. Este dinheiro você deve utilizar para começar seu próprio negócio. Nos próximos posts deste blog vou mostrar como começar pequenos negócios que são altamente lucrativos.
Depois que cada pobretão estiver estabilizado financeiramente, os JPBF deve agora se dedicar a criar sua prole. Nada de casar com vagabundas. Se não quiser casar, arrume uma barriga de aluguel. Hoje em dia é possível casar com mulheres de qualquer lugar do mundo. As mulheres indianas, por exemplo, têm fama de serem submissas ao marido. Então, nada de continuar vivendo no Bostil. É um lugar péssimo para negócios, tradição e família. Ele também deve encontrar uma religião que incentive fortemente os aspectos acima citados. Não gosto do islamismo, mas neste ponto ele dá de 10 x 0 no cristianismo ocidental.
O JPBF deve também fugir de impostos, burocracia e regulamentações. Infelizmente países com grande liberdade econômica tendem a ser esquerdistas. Uma das poucas exceções é Dubai
Mas felizmente sim, é possível sonegar no Bostil. Sem pagar CLT, INSS, FGTS e direitos trabalhistas. Sem uma caralhada de burocracia. Como? Vá na favela e verifique pessoalmente. Não existe nota fiscal, papelada, nada. Tudo é combinado boca a boca. E ainda funciona melhor que o Governo. Claro que se tua correria der certo neguinho vai ficar de zói grande em ti. Basta ser esperto e malandro nessas horas. Mas isso é artigo para um próximo post.